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A Border Management Authority alarga horários em vários postos fronteiriços para gerir pico de viagens na Páscoa

A Border Management Authority (BMA) vai alargar os horários em vários postos fronteiriços durante a Páscoa, antecipando um aumento significativo no número de viajantes.

Segundo Dr. Nakampe Michael Masiapato, Comissário e CEO da BMA, a gestão da mobilidade nesta época torna‑se mais exigente pela concentração do fluxo num único fim‑de‑semana, ao contrário do período festivo de Dezembro e Janeiro.

Ajustes operacionais acordados com países vizinhos

Após negociações bilaterais com Lesoto, Moçambique, Zimbabwe, Namíbia, Essuatini e Botswana, foram definidos horários excepcionais para vários postos. O objectivo passa por uniformizar procedimentos e garantir capacidade de resposta adequada.

No Botswana, Groblersbrug e Kopfontein terão funcionamento contínuo em datas específicas, alinhando o fecho e reabertura com os períodos de maior pressão. Do lado moçambicano, Lebombo mantém operação 24 horas, enquanto Kosi Bay já funciona em regime alargado desde 27 de Março, medida antecipada devido ao início das férias escolares.

Em Essuatíni, Jeppes Reef e Mananga vão operar para além do horário habitual em dias seleccionados. No Lesoto, vários postos, entre eles Caledonspoort, Van Rooyens Gate e Monantsa Pass, também irão prolongar o horário, incluindo períodos de funcionamento ininterrupto.

Picos previstos para 2 e 6 de Abril

Com base em dados históricos, a BMA identifica 2 de Abril como o principal dia de saída e a segunda‑feira de Páscoa como o pico de regresso. Em alguns postos, o volume poderá duplicar, superando 25 mil viajantes diários.

Para mitigar filas, a entidade vai priorizar o atendimento a idosos, pessoas com deficiência e adultos acompanhados de menores.

Reforço do controlo e regras para passageiros

A BMA reforçou ainda os mecanismos de controlo de acesso e promete tolerância zero relativamente a actos de corrupção. Mais de 50 funcionários foram afastados nos últimos meses por incumprimento de normas internas, afirmou Masiapato.

A entrada e saída do país continua condicionada à apresentação de passaporte válido e legível por máquina. Documentos que não possam ser processados electronicamente serão recusados. Para viagens com menores, mantém‑se a obrigação de apresentação de declarações de autorização sempre que um dos pais não esteja presente ou quando o menor viaja acompanhado por um tutor.

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